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domingo, outubro 31, 2010

Operação DIMAS 3







Inaugurado de noite



Começa amanhã naquela hora que se combinou a marcação do Dimas 3.
Pra que na outra semana se comece a obra em homenagem a esse nosso amigo á pouco desaparecido, lembremo-nos que ele quase sempre sózinho fez aqueles trilhos que se fala ainda por todo o país-Dimas1,2 e3(trilho das pontes).
E ainda metade do Kamikaze do qual ele nunca conseguiu descer tudo montado.
Não faltem para a semana.




Aqui fica a foto que encontrei atrás dos cromos da PIPI

a inauguração do Dimas 2 , ainda não estava decidido qual o nome dos trilhos-tempos depois resolvemos mesmo todos chamar-lhes Dimas pois foi ele que os construiu.o

quinta-feira, outubro 28, 2010

quarta-feira, outubro 27, 2010

quarta-feira, outubro 20, 2010

DIMAS 3 -o ReGRESSO DO CAMINHO DAS PONTES

Na semana anterior, vai fica marcado com fitas para se poder trabalhar ao longo de todo o percurso, não acredito que fique pronto num dia, há que refazer pontes, cortar árvores de grande porte ,etc, tudo o que um Grande Homem fez práticamente sózinho em meses, mas mesmo dezenas, não vamos de certo conseguir, mas era bom ficar quase todo limpo e que ao final fosse depois só fazer os acabamentos.
A experiência de anos a fazer trilhos é que quanto mais gente menos se trabalha e mais se brinca, vamos tentar fazer isto com seriedade e responsabilidade e se der resultado talvez voltemos a repetir noutras zonas destruidas da serra.
Quanto a proprietários esperamos a sua compreenção e garantimos a protecção do seu patrimonio, esta é a nossa promessa. Apenas estamos a limpar um caminho, vamos depois tentar, junto da Camara, registar este caminho como Rota, para que não venha ser destruido e possa ser disfrutado quer por btt quer por passeios pedestres.
Isto seria um bom exemplo de união pois muitas vezes tenho aqui dito que todos querem andar mas não prescindem de alguns domingos para cavar(também é desporto), muitos não imaginam o que gratificante ao fim de um trilho feito com o nosso esforço ser os primeiros a lá passar e conhece-lo pedra a pedra.Deixem de ser egoístas quanto mais trilhos arranjados houver mais gozo dá andar.
Nas superfícies como AKI, Leroy merlin , ou maxmat ou mesmo a drogaria de bairro é fácil comprar uma enxada, uma serra, barata e util como o descravador de corrente, um machado além de desbravar ramos da árvores para depois podermos cortar ou com a motoserra ou com zagaia tb serve para pregar uns pregos nas pontes ou em travamentos para evitar a erosão causada pelas travagens, também útil uma pá, vá lá em cada 5 pessoas haver uma, pois se for necessário repor terra nalgum sítio é muitomais rápido e menos cansativo, e também a zona tenha muita manta morta, quem vai á frente faz alguns montes com a enxada e serão muitas vezes mais fáceis de retirar com a pá.
A Militia tem algumas ferramentas prontas para levar de reseva em armazém mas muitas estão escondidas em trilhos que estão a ser arranjados por isso não devem sobrar para empréstimo.
TEntem se organizar em grupos e arranjem ferramentas, tipo em cada 5 pessoas, haver 3 enxadas, um pá, duas ou uma zagaia e um machado.
Quem for sózinho que leve pelo menos uma enxada ou uma serra .
O caminho vai ter placas com nome que já estão a ser feitas .
Amanhã vou procurar antigas fotos do caminho.
Alguma dúvida comentem.

segunda-feira, outubro 18, 2010

O último single-track do Diamantino

Faz mais de 1 ano que tirei a última foto ao Dimas....Ervilhas,Dimas,Silva.

Amanhã ás 15.30h no cemitério do Lourel- Chão frio vamos ajudá-lo a fazer o seu último trilho.

Ficou deliberado que em sua memória iriamos reconstruir o famoso trilho das Pontes, a data para se iniciar os trabalhos ficou agendada para o Domingo asseguir ao 1 de Novembro, se não me engano dia 7 de Novembro, a hora será ás 9h da manhã no largo do cruzamento dos capuchos.
Um nosso amigo, prontificou-se a tentar registrar o caminho como itenerário pedestre, desta forma não se correrá o risco de voltar a ser destruido, e assim prestariamos uma homenagem ao Dimas e sempre que lá passássemos nos lembrariamos do nosso amigo.
Esta era a sua última vontade quando pensou que iria recuperar a saude a 100%.

domingo, outubro 17, 2010

O Adeus ao Diamantino...A Milítia nunca te esquecerá.








Camaradas hoje faleceu ainda novo, talvez o 2º maior construtor de trilhos de sintra, grande amigo, capaz de dar a camisola pelo próximo.
Vítima de doença prolongada e já sem nenhuma qualidade de vida hoje nos deixou e partiu.
Hoje chorei, nunca o esqueci mas também nunca coloquei muita acçaõ para o ir visitar, havia sempre alguma coisa que me fazia esquecer, ou a vida agitada , ou o trabalho, isso me faz infeliz...
Na sexta feira há noite comentei isso com o camarada Daniel Pinto quando esperavamos pelo Raly em sintra e com o amigo Helder Rossa. As noticias que tinhamos do Dimas eram sempre vagas, todos tinhamos vontade de o ir visitar mas nunca fomos....Que merda.
Para quem não sabe, entre muitas descidas que se encontram já inactivas e que muitos nem sequer conheceram estão:Descida de Seteais que hoje e sempre foi caminho pedestre mas em tempos esteve impraticável e eu e ele abrimos caminho antes da Câmara Municipal, o caminho paralelo dentro da quinta, o outro que saía entre seteais e monserrate, metade do Kamikaze, o caminho paralelo que começa um pouco abaixo do monge e liga ao caminho das pontes (este já desapareceu), intitulados com o nome dele em sua honra e pelo trabalho que teve maior parte das vezes sózinho-Dimas 1 ,Dimas 2, Dimas 3 tinha cerca de 3km a descer e ainda hoje por todo o país me falam no caminho das pontes(17 pontes).
Proponho a quem ler este blog, a pensarem se seria boa ideia refazer o caminho das pontes ,que era o sonho do Diamantino antes da segunda leva da doença ,quando ele pensava que estaria a melhorar e me disse que assim que estivesse melhor ,ia para lá arranjar aquilo tudo e pensar na vida...Eu gostava de refazer aquele caminho, prontos pode ser mais radical mas deixar sempre a marca dele, o nome-Caminho do DIMAS.
Fico triste todo o mundo tem saudades do trilho mas nunca ninguém meteu acção a refaze-lo.
Aquele homem fez 3km de trilho práticamente sózinho.
Os trilhos foram sempre inaugurados á noite, num deles o convidado especial foi o nosso campeão de motos o Hélder Rodrigues.
Amanhã pelas 21h e 30m vamos nos juntar na igreija de Algueirão onde se encontra o nosso amigo Diamantino.

























videoFicam aqui alguns clips muito antigos de amigos do Diamantino nalguns trilhos dele...

quarta-feira, outubro 13, 2010

terça-feira, outubro 12, 2010

Dezembro - Triatlo na Lousã...mas com 3 Bicicletas



O Montanha Clube prima pela organização de Eventos inéditos! Neste momento, o nosso principal objectivo é proporcionar aos atletas e espectadores Eventos únicos, tais como o "Tribike".

Este evento, a realizar no Fim-de-semana de 4 e 5 de Dezembro, pretende juntar os amantes das bicicletas, sendo eles Crosscountry, Downhill ou Ciclismo de estrada.

Este desafio será na Vila da Lousã e é disputado por Equipas de 3 atletas/3 bicicletas, ou para os mais corajosos "a solo" igualmente com 3 bicicletas. A partida é dada em simultâneo para a 1ª Etapa (Crosscountry), em que os atletas percorrem o seu trajecto até à passagem de testemunho ao seu colega (Ciclismo). Este iniciará a sua marcha em direcção ao Trevim (pela E.N. 236), onde o 3.º elemento da equipa (Downhill) o aguarda. Este, por último fará a sua Etapa por estradões e singletracks até a Lousã. O atleta/equipa vencedor(a) será a primeiro(a) a cortar a meta.

A equipa/atleta que termine a sua prova sem o "testemunho" (objecto ainda a definir pela organização), será automaticamente desclassificada.

PERCURSO:

O percurso tem início e final no mesmo ponto, sendo repartido por 3 etapas:

- Crosscountry: Circuito junto ao centro da Lousã

- Ciclismo Estrada: Lousã - Trevim pela E.N. 236

- Downhill: Trevim - Lousã

BICICLETAS:

É obrigatório o uso de 3 bicicletas diferentes (estrada, cross e downhill), sendo que aspectos referentes a suspensões, rodas, pneus, mudanças, etc.
ficam ao critério de cada atleta/equipa.

EQUIPAS:

De 3 Elementos em que cada um fará uma etapa.
A solo em que o atleta fará as 3 etapas.

CLASSES:

Únicamente existe HOMENS e SENHORAS, sendo que cada equipa opta pelos atletas que pretenda, independentemente da idade.

TRANSPORTES:

A Organização assegura o transporte dos atletas/bicicletas "Downhill" para o seu ponto de partida (Trevim), bem como o regresso dos
atletas/bicicletas "Estrada" do seu final de prova (Trevim) para a zona de meta (Lousã)

INSCRIÇÕES:

Por equipa: 30,00 » Enviar Nomes atletas, Data nascimento, Nome equipa, Contactos, Lic. Federação
A solo: 10,00 » Enviar Nome, Data nascimento, Contacto, Lic. Federação

NIB: 0010 0000 44769200002 04 (enviar inscrições/comprovativos de pagamento para: montanhaclube.btt@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar)

Resumindo: Maricas e paneleiragem em geral, ainda falta alguma informação do evento, entretanto juntem-se, tirem á sorte quem faz de Alberto e sobe até ao Treviem e vamos invadir a Lousã novamente...eu já alinhavei uma "Dream Team" para lá ir.

Abç.

Grilo

Roubo de Specialized Enduro


Olá pessoal

Pede-se a colaboração para descubrir a Specialized Enduro do Mané, foi roubada a semana passada da garagem na zona de Massamá.

O mail do Mané: emesqui@gmail.com

domingo, outubro 10, 2010

Mais filmes da Lousã...



Enquanto uns treinavam para a Avalanche...descubrimos este spot lá perto ha ha ha

quinta-feira, outubro 07, 2010

segunda-feira, outubro 04, 2010

Uma AVALANCHE aos olhos de um Grilo





Como já tinha comentado, o CPFR gentilmente cedeu um espaço para mim no Domingo na Transporter, já que a Militia ficou com medo de sujar os equipamentos, e aqui começa a “experiência” Avalanche versão Corrida Oficial, pois a parte teórica foi recolher algumas “experiências” vividas pelos outros...pneus, cursos, estratégias, etc...

Depois de no sabado fazer apenas 1 descida de treino com a Kaiser a um ritmo muito lento, com o terreno muito seco e cheio de pó, julguei que a parte com pedal, técnica e a subir fosse determinante em ficar uns lugares mais à frente, então cometi logo o primeiro erro, escolhi a Mondraker Prayer com 160mm para fazer a prova.

Na parte da manhã a malta resolveu descer os trilhos da Mondraker, e descubri que esta Prayer é arraçada de Cascão, não gostava de chuva...logo não travava...abrandava...bonito serviço.

Depois dos 3 trilhos , almoçámos lá na casa abandonada, a ver a chuva a cair, o prato do dia era sandes mista com batatas fritas e maionese, para beber...coca cola colheita de 2010, para sobremesa podia-se comer marmelada com queijo :)

Por volta das 13h30, fomos ver a chuva a cair para o Trevim, aliada ao vento ciclónico e às baixas temperaturas...a vontade de sair do carro era pouca ou nenhuma, mas às 14h15, eu, o Daniel, Ricardo, Magalhães e Tikinho, lá fomos testar a intenpérie, ai cometi outros erros, enchoricei-me com impermeáveis e camel-back com 2 kg de ferramenta e câmaras de ar (este debaixo do casaco para não sujar).

Optei por não levar os óculos graduados pq já sabia que iam embaciar e depois ainda via pior, mas levei os goggles com 1 tear-off...devia ter levado 2 ou 3...

Apesar de ter um dos melhores nº de dorsal que era possível (entre o 50 e 75...3ª Linha), um cota da organização colocou-me do lado esquerdo da pista...baahhhh, uns minutos antes da largada ainda tive coragem de olhar para trás...medo...eram mais que as mães, mas já que ali estava, era para dar o litro... mais uns minutos de chuva, vento e tremeliques de friu, e PARTIDAAAAAA.

Fonix, mas onde vão eles todos??? A Prayer tinha alguma dificuldade em vencer rapidamente os calhaus e ervas do corta fogo...depois o estradão de saibro, a cassete já não dava mais, e eu continuava a ser engolido pela Avalanche, e àquela velocidade a levar agua e terra nos óculos previa-se uma descida tipo Steavy wonder , só quando entramos no estradão de terra batida é que consegui começar a passar alguns companheiros, e até ao single track foi do estilo: “go fast, don't look back”.

Quando cheguei ao single track julguei que ia descansar um pouco, pois já vinha a arfar...mentira, lembrei-me que os travões só abrandavam ( o que poderia ser uma vantagem :) e os 160mm da Prayer muitas vezes tornavam-se curtos para vencer as lombas, lama e raizes, abrandando o ritmo, foi nesta altura que vi o mano do Daniel a passar-me com uma ganda pinta quando eu retirava a Prayer da valeta...uma das vantagem era ser mais leve nestas ocasiões...e o hammer schmitt tb foi fixe para reduzir em algumas subidas, é rapido e não dá escáfia ao desviador...de qualquer maneira não consegui ir na boleia dele...

O resto do single, foi sobreviver até lá abaixo pois ás vezes havia bacanos a atirarem-se à maluca para passar nas curvas, e depois iam parar ás couves, e eu não queria ir com eles!

Cada vez que pisei o alcatrão, levantava o cu pedalava o que conseguia, pois a minha roupa ficou toda encharcada com a chuva e suor + os impermeáveis + o camel back...dassss.

A ultima asneira foi ir na cola de uns cromos que se enganaram na curva a seguir à rotunda e tivemos de pedalar mais uns metros...se tivesse treinado mais 1 ou 2 descidas até ao fim...não me enganava de certeza e era menos uns segundos...

Á chegada reencontrei a malta, o Daniel não estava muito satisfeito, apesar do bom lugar, contrastando com o Pepsodente do Magalhães, que pelas fotos, fez um arranque canhão...eu nem o vi a passar! O Ricardo tb pedalou que nem um Alberto, se tivesse arrancado com o meu dorsal tinha envergonhado o irmão :), mas foi melhor assim (para mim :) arranquei um pouco mais à frente e cheguei pouco depois, O MF atrasou-se a tomar a medicação, mas para chegar em 129º de certeza que tomou os comprimido certos! Não veio feito maluco por ali a baixo, mas sim com cabecinha e ganas, ganda Miguel.

Depois de tomar uma garrafinha de água, pedalei até a um fontanário antes da igreja, onde tomei banho...a torneira do pavilhão tinha uma fila de 20 gajos...e depois pedalei até á pensão para um revigorante banho quente e um red bull que tinha na geleira, enquanto o resto da malta ainda esperava que eu passa-se nas escadas...ursos...

Resultado: Levei 7 min do Sócio e à volta de 2 dos companheiros racings, aprendi que para a próxima, vou-me inscrever no 1º minuto para ficar outra vez na 3ª linha, vou levar a minha Kaiser com high-roller 2,35, levar goggles com 2/3 tear-off e vou levezinho para a partida, no camel apenas os mínimos olímpicos.

Agradece-se a edição de filmes, que a malta não curte muito ler!! Isso rápido e com bons modos!!

Abraço a todos

Vitor Grilo

Louzan

Boas

Vou aproveitar esta segunda-feira, véspera de feriado, onde Portugal rola a meio gaz, para relatar o fds da Militia na Lousã.

Sexta-feira, à hora marcada, 18h15, apareceu a mítica Transit, para recolher os restantes companheiros no Cacém, binas e tralha carregada, percurso definido...o mais económico...seguimos para o restaurante Perninha, na zona da Asseiceira, a chegada tb foi à hora prevista, 20h30, onde já nos esperava uma mesa para nós e para a malta do CPFR para um banquete de bacalhau assado com batatas a murro. Pessoalmente, numa proxima ida à Lousã, dispenso o jantar neste restaurante...é bom e tal...mas perdemos mais de duas horas para comer e a conta foi arrancada a ferros...se conseguirmos sair de Lisboa às 17h, conseguimos jantar na Lousã e descansar mais cedo. O jantar só não foi mais irritante porque foi bem regado com tinto e o Daniel disponibilizou mais um filme de Karate Alentejano, nota positiva tb, foi a falta de questões difíceis por parte do Rodribike (o que é vitela?), não arriscou, e pediu um bitoque...já que não havia big-mac.


O resto da viagem decorreu normalmente, na chegada à pensão de eleição da malta do freeride a Pensão Bem Estar, bem no centro da Lousã e com garagem privativa para as binas, mais outro stress, a distribuição dos quartos...quartos a mais para a malta presente...negociações feitas, tralha arrumada, lá foi a malta esticar as pernas até aos bares mais próximos, para um digestivo e definir estratégia de ataque à serra no sábado de manhã.

Sábado de manhã, ás 8 da matina já estava tudo a encher o bandulho para ter energia para as descidas do Terreiro das Bruxas, Pistas Mondraker, Gondramaz e uma descida pela Avalanche, com intervalo para pic-nic com direito a sandes mista, cola e banana, curiosamente sem combinações a malta do CPFR tb rumou ao Terreiro das Bruxas à mesma hora.

Em relação ao andamento...foi aumentando de ritmo à medida que íamos somando descidas, a primeira espeta, foi do Magalhães, ainda nem se tinha equipado, e o primeiro capote pertenceu-me logo na primeira descida...ia num lume...a cerca de 3km/h...( como agora, em 6 gajos há 3 câmaras, as espetas aparecem todas...) mas logo de seguida, o Roscas, Ervilhas, Fininho e até o Grilão na sua 1 trip tiveram de se atirar para o chão para não se ficarem a rir...o regressado Rainha, é que andava tão enferrujado, que nem conseguiu cair...se calhar ainda se lembrava do tralho que deu em 2007 em Gondramaz...parecia um saco de cimento a cair...poooffff...

De lamentar é o facto da malta do centro não usar as Pistas Mondraker e de Gondramaz, 2 spots espetaculares, onde é quase preciso GPS para descobrir o trilho ou uma catana para cortar os arbustos...e ainda, pistas com acesso rápido por alcatrão ou um novo estradão de saibro..




No sábado a ultima descida foi a da Avalanche, quando já estávamos maduros e cheios de fome...o resultado...47 minutos até lá abaixo...porquê? Porque estive a ajudar uns moços nos primeiros 40 mts da descida a encher a câmara de ar (não levavam...) a colocar um parafuso no cleat do sapato...apertar raios, lubrificar caixas de direcção, afinar o magic seal do rolamento da escora...tou a brincar...e depois passado 2km o mister Magalhães tb fura...mas como é pró...dele, só levava a roupa que tinha vestida...e mesmo assim não sei....mas Migas, é na boa. Vendo bem a coisa, da descida de treinos para a corrida retirei 20 minutos há há há.

Hummm, á pouco tinha dito ultima descida? Enganei-me...o Chefe Fininho ainda nos convenceu a ir procurar a pista 4x...palmilhamos meia serra à procura, e depois armou-se em morcego mais o Magalhães e desceram de noite por uns trilhos que não conheciam...dizem que a encontraram :)

Então quando os restaurantes estavam a abarrotar...fomos tomar banho. Mas antes de fecharem lá encontrámos espaço para nos sentar-mos e comer-mos uns pitos ou pintos ou vaginásios...upsss isto não pertence a esta história...mas deve haver uma meia dúzia de gajos a rebolar a rir...e outros que nem por isso. Passando à frente, a malta depois lá foi para as esplanadas definir novo plano para domingo, beber uns beirões, lavar a vista...etc. Os manos Grilo, aproveitaram o facto de os manos Pinto estarem a encharcar a vela e foram para os aposentos...no entanto, quando ia a passar pelo quarto 15, vi luz e imaginei que lá estivesse o companheiro Roscas a brincar com o novo brinquedo, a câmara da “Go-pro” e resolvi entrar, lá estava ele danado com o portátil de pernas para o ar a rosnar que não conseguia rodar os clips....acabámos por ficar por ali até às 2h a ver filmes de 3 câmaras...perante as previsões de chuva para domingo de diversos sites da especialidade, resolveram ir confirmar com locais numa Padaria aberta de noite se efectivamente achavam que iria chover.

No domingo confirmavam-se as expectativas, desde de manhã chuva e vento com fartura, alerta laranja para a região! Posto isto, quatro Militianos intimidaram-se com o tempo e ficaram na caserna, o Grilão ainda se equipou a preceito para enfrentar o mau tempo, mas não pode embarcar na carrinha do CPFR...só havia espaço para mais um e meio...ora o Magalhães e eu, que além de termos espaço, tinha-mos o dorsal da Avalanche.

Continua na próxima Crónica: Uma Avalanche aos olhos de um Grilo